Organne na BAB 2026: a matéria como patrimônio na primeira Bienal de Arquitetura Brasileira

Entre março e abril de 2026, o Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, recebeu a primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira, a BAB.

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Criada em São Paulo e pensada para todo o país, a Bienal nasceu com um propósito claro: reconhecer, valorizar e preservar a arquitetura brasileira como patrimônio cultural. Mais do que uma exposição, propôs uma experiência imersiva e educativa, que aproximou quem cria de quem habita.

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O Brasil em cada traço

No Pavilhão Brasil, cada região ganhou seu próprio espaço, projetado por arquitetos locais selecionados em concurso nacional. Ao redor, os Espaços Assinados reuniram ambientes criados por estúdios convidados; o Pátio Metrópole recebeu sete casas de marcas ao ar livre; e a Arena de Conteúdo abriu espaço para encontros e debates. Um retrato plural de como o país pensa, projeta e vive seus espaços.

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A matéria que respira

Foto: @brescianifotoarq

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A Organne fez parte desse primeiro capítulo com a mostra A matéria que respira, uma experiência sensorial sobre pausa, silêncio e presença, que aproximou a argila vietnamita dos biomas brasileiros. Uma conversa entre territórios distantes que compartilham a mesma reverência pela terra.

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O encontro fez sentido desde o início. Se a Bienal se dedica a preservar a arquitetura como patrimônio, a Organne existe para manter vivo o patrimônio cultural do fazer artesanal vietnamita. Em ambos os casos, o que se protege é a memória de um gesto: o traço de quem projeta, a mão de quem molda.

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O que vem a seguir

A BAB acontece a cada dois anos, e a próxima edição, em 2028, volta ao Parque Ibirapuera. Até lá, a Bienal segue em movimento: com novos concursos estaduais, uma mostra na ExpoRevestir, de 22 a 26 de fevereiro de 2027, e uma circulação regional ao longo do ano. Para quem quiser revisitar a primeira edição, o acervo de 2026 está disponível em um tour 360° no site da Bienal.

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Foto: @brescianifotoarq

Fontes: Bienal de Arquitetura Brasileira e o artigo Organne apresenta "A matéria que respira".

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