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Vietnã: o elo entre a arte milenar e o futuro global

O Vietnã atravessa, neste momento, uma fase decisiva. Com um crescimento econômico projetado de 6,8% em 2025 e 6,5% em 2026, segundo o Banco Mundial, o país consolida, pouco a pouco, sua posição como protagonista da nova Ásia.

Mais do que uma simples expansão econômica, trata-se da construção de um modelo de desenvolvimento no qual infraestrutura, sustentabilidade e inovação caminham lado a lado, alimentando um ciclo virtuoso de progresso.

Cau Vang – Vietnã

O Vietnã é hoje um dos raros lugares onde tradição e modernidade caminham no mesmo compasso”


Investimentos que redesenham o mapa

De forma consistente, o país destina 7% do PIB à infraestrutura, com a meta ambiciosa de chegar a 8% até 2025. Nesse cenário, destacam-se projetos que não apenas ampliam a capacidade logística, mas também reconfiguram a paisagem econômica e cultural.

Entre eles:

  • Aeroporto Internacional de Long Thành – investimento total de US$ 18,7 bilhões, projetado para ser um dos maiores do mundo.

  • 3.000 km de rodovias expressas e 1.000 km de estradas costeiras previstos para conclusão até o próximo ano.

  • Um plano diretor que prevê 43 novas rotas expressas até 2050, somando mais de 9.200 km.

Assim, a rede de conexões que se forma redefine não apenas o transporte interno, mas também a integração regional e a competitividade global do Vietnã.

Paralelamente, a matriz energética do país vive uma transformação histórica. A meta para energia solar, que antes representava 5% da matriz, agora salta para 16% até 2030. Além disso, cresce de forma significativa a instalação de parques eólicos e sistemas de armazenamento avançados.

“No Vietnã, o futuro é construído à luz do sol e moldado pelo vento que move novas possibilidades.”

Com isso, o Vietnã se posiciona entre as nações mais comprometidas com a transição energética e a descarbonização, reforçando sua imagem de país visionário.

Ao mesmo tempo, a confiança internacional se materializa. Empresas como Apple, Samsung e Intel já consolidaram operações estratégicas no país. Mais recentemente, a alemã SAP anunciou um investimento de €150 milhões para a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em Ho Chi Minh, com previsão de empregar 500 profissionais até 2027.  Esses movimentos confirmam o Vietnã como um polo global de produção, tecnologia e design.

Linha de trem conhecida como ‘Train Street’, na capital vietnamita Hanói

Organne: trazendo o Vietnã para o Brasil

E é justamente no coração dessa nação em plena transformação que pulsa uma arte que resiste ao tempo: a produção artesanal dos vasos vietnamitas.

Feitos a partir de uma argila rara, moldados manualmente e queimados em fornos tradicionais, esses vasos carregam a essência de um saber transmitido de geração em geração.

Assim, a Organne traz para o Brasil não apenas peças decorativas, mas fragmentos vivos de uma cultura milenar, traduzindo em design sofisticado e atemporal a força e a delicadeza de um povo.

“Os vasos Organne são um elo entre mundos”

Da mesma forma que o Vietnã constrói estradas e aeroportos para conectar suas regiões, a Organne constrói pontes culturais entre o Oriente e o Ocidente. Cada peça é, portanto, um convite para viver a beleza da ancestralidade em perfeita sintonia com a modernidade — um objeto que é, simultaneamente, arte, história e presença.

Vasos Organne – Linha Home

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